domingo, 26 de janeiro de 2014

mercado de trabalho para economistas

ências Econômicas é uma das 32 opções de graduações oferecidas pela FAI. Mas o que faz um economista? Como está o mercado de trabalho? Há vagas na região? E a faixa salarial? Essas são algumas das perguntas feitas por milhares de jovens prestes a realizar o vestibular.

            Se você está entre eles, não se desespere! De acordo com Maria Cristina, há vagas até mesmo na região. “Há espaço e há condições de se colocar bem, mesmo na região da Nova Alta Paulista. No entanto, o mercado de trabalho procura profissionais centrados e que se dedicam”, explica.

            Segundo a coordenadora, na região do Oeste Paulista a faixa salarial varia de R$ 2mil a R$ 3mil, no entanto, a procura pela área é mais concorrida. Já na capital ou até mesmo em outros estados, este valor sobe para R$ 5mil em início de carreira.

            Ainda há uma terceira opção para aqueles que decidem abrir sua própria empresa e, segundo a coordenadora do curso, acabam tendo “um retorno financeiro muito maior”. Para ser um bom profissional é preciso gostar de gráficos e números. Mas o que faz um economista? E onde trabalha?

            “O economista tem que gostar de entender a dinâmica de produção, de política, dados, gráficos, e indiscutivelmente o elemento cultural deve-se levar em conta. Quanto mais culto for um profissional, mais facilmente ele se coloca no mercado. São necessárias pesquisas constantes e isso significa leitura e, é claro, ler na área técnica”, destaca.

            Conforme explica, o centro da economia se divide em dois universos: a micro-economia e a macro-economia. Para aquele que trabalha em uma empresa que só concorre em nível nacional é necessário conhecer o mercado interno. Mas, se a empresa exporta mercadoria, o economista irá trabalhar com macro-economia e terá de negociar com outros países.

            De acordo com a coordenadora, um economista trabalha em todo lugar onde existe concorrência, ou seja, toda empresa precisa de um economista. Além da área privada, a área pública também necessita destes profissionais, seja no IBGE (Instituto Brasileiro Geografia e Estatística), prefeituras, secretarias de estados, tribunais de contas, enfim, há uma gama de possibilidades e de concursos.

            O curso de Economia da FAI conquistou uma vitória, e Cristina atribui este “sucesso” aos antigos coordenadores, professor Rogério Buchala e José Eduardo Ferreira Gabriel, que estiveram à frente da coordenação nos últimos anos.

            “Este ano nós temos 48 novos alunos em Ciências Econômicas. Isso é uma vitória e eu atribuo ao professor Buchala que sempre fez um trabalho de captação de alunos e divulgação da profissão, e obviamente ao professor Gabriel que coordenou o curso durante os últimos dois anos. Mas, para aqueles que procuram por uma graduação, o que precisamos é conhecimento técnico e amor pela profissão, o resto acontece”, finalizou.

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